O Príncipe da Quadra

“O Príncipe da Quadra” é uma história sobre a magia da arte e o poder do encontro. O artista chega como um mensageiro da fantasia, a atriz traz a alegria do jogo e, por fim, o menino recebe o livro — o legado da imaginação. A quadra, espaço cotidiano e concreto, transforma-se em palco de encantamento e aprendizado.

1. “O Cavaleiro do Riso” ( início da narrativa) Um artista maquiado de branco, vestindo roupas excêntricas e um chapéu preto (mistura de Chapeleiro Maluco e Chaplin), segura um cavalo de brinquedo feito de cabo de vassoura. Ele tem um microfone e parece pronto para começar um espetáculo. Função narrativa: Introdução — o momento da chegada do artista, a promessa de brincadeira e encantamento. O cavalo representa a imaginação em movimento; o figurino mistura loucura e poesia.

2. “A Voz da Alegria” ( meio da narrativa) Uma atriz, vestida de preto com saia de bolinhas coloridas, sorri enquanto segura o microfone. O corpo expressivo e o sorriso abrem o espaço da brincadeira e da comunicação com o público. Função narrativa: Transição — a abertura do diálogo e da troca. A atriz simboliza a ponte entre o artista e as crianças.
 As bolinhas coloridas evocam o circo e o universo lúdico. A presença dela equilibra o exagero do primeiro personagem com leveza.

3. “O Presente do Príncipe” .  A atriz aparece ao lado de um menino de cerca de 10 anos, que segura orgulhoso o livro O Pequeno Príncipe. Ambos olham para a câmera, como se posassem para uma foto de lembrança. O fundo mostra a arquibancada pintada com as cores do arco-íris. Função narrativa: Conclusão — o momento de afeto e transmissão.
O livro é o presente simbólico — a herança da imaginação. O arco-íris reforça o tom de esperança e continuidade.

 

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